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De um sonho nasce a Escola Baiana de Comunicação: compilação de informações à imprensa





Viver a utopia da “escola dos sonhos”. Isso é o que tem acontecido com um grupo de professores universitários baianos que, capitaneado pelo Prof. Dr. Marcello Chamusca, está lançando a Escola Baiana de Comunicação, instituição 100% voltada para o ensino, a pesquisa e a extensão, exclusivamente na área de Comunicação, em todos os níveis educacionais.


A Instituição de ensino nasce de um sonho desse grupo de professores e está baseada em duas diretrizes centrais. A primeira é o respeito e a valorização dos professores, que têm sido sistematicamente desrespeitados nos últimos tempos, em que a educação tem sido tratada como comodity. A segunda, o respeito e a valorização dos estudantes, num projeto que o coloca no centro do processo de ensino-aprendizagem, que garante a sua autonomia e protagonismo no caminho do conhecimento e da sua trajetória acadêmica e profissional.


Além do professor Chamusca, na direção geral, a Escola conta com uma equipe de dirigentes composta por professores experientes, com carreiras consolidadas, e também jovens talentosos e promissores. São eles(as): Profa. Dra. Márcia Carvalhal, na diretoria acadêmica, Profa. Dra. Velda Torres, na coordenação geral de pesquisa e pós-graduação, Prof. Msc. Alfons Altmicks, na coordenação geral de extensão e dos cursos profissionalizantes e de curta duração. O professor Marcos da Cruz fica com a direção de marketing e vendas.


Juntamente com o lançamento da Escola foram lançados cerca de 20 cursos, dentre os quais estão cursos de curta duração (com carga horária entre 20 e 80 horas), profissionalizantes (180 horas) e pós-graduação (a partir de 360 horas).


Os cursos de graduação plena encaminhados para o processo de credenciamento no MEC são: Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas. Logo na sequência, a Escola planeja lançar os tecnológicos em Design Gráfico com Ênfase em Audiovisual e o de Planejamento e Gestão de Eventos, Cerimonial e Protocolo.


Segundo Chamusca, a Baiana de Comunicação chega para resgatar a qualidade do ensino privado da área, assumindo para si o compromisso de ofertar educação de altíssima qualidade e performance, com o mais alto ideal de ensino, pesquisa e extensão, trabalhando de forma simbiótica a teoria e a prática, numa escola exclusivamente voltada à área de Comunicação. “Ao trabalhar só com a área de Comunicação, nos tornamos uma instituição única, diferenciada, pois temos foco e por isso poderemos fazer mais e melhor que todas as outras”, afirma.


Chamusca chama atenção de que o modelo de educação adotado pela maioria absoluta das instituições privadas de ensino, na atualidade, é o modelo da educação produzida e distribuída massivamente, que empobrece e standardiza os currículos e processos de ensino-aprendizagem. “Esse modelo destrói todo e qualquer ideal de projeto educacional diferenciado, único, que privilegie a autonomia e o protagonismo do estudante, que lhe permita ser o condutor da sua própria formação”, diz.


Chamusca afirma ainda que a Baiana de Comunicação, ao se insurgir contra essa onda avassaladora da educação massiva, se destaca como projeto único no mercado educacional da Bahia e pode se tornar uma referência não só no Brasil, mas também internacionalmente.


A professora Marcia Carvalhal complementa observando que a Baiana de Comunicação já inicia na contramão da lógica perversa do mercado, que só visa o lucro em detrimento da qualidade da educação, visto que começa ofertando apenas cursos 100% presenciais. Essa observação da professora Márcia acontece porque as instituições de ensino têm hibridizado suas matrizes dos cursos presenciais em busca de baratear os custos e maximizar os lucros, incluindo nos cursos presenciais 40% de aulas na modalidade EAD, com turmas que vão até 180 alunos. “Como dar aulas para 180 alunos? É óbvio que isso não tem como funcionar. Na Baiana de Comunicação curso presencial é 100% presencial”, afirma a professora Márcia, diretora acadêmica da Escola.


O professor Alfons, diretor de ensino e extensão, observa que faz parte do projeto da Baiana de Comunicação se vincular a ideias e projetos que possibilitem à comunidade acadêmica ter acesso ao que há de mais novo e avançado na área, inovações que privilegiem a qualidade do ensino e entendam a aprendizagem como objetivo principal. “A oferta de cursos profissionalizantes e de curta duração, indo além da graduação e pós-graduação, que são realizados em longas jornadas, são essenciais para que isso aconteça, pois esses cursos, por serem rápidos e ágeis, podem trazer temas atuais e até experimentais, para reforçar a e potencializar a cultura da inovação”, reflete.


A professora Velda, coordenadora geral de Pesquisa e Pós-graduação, observa outro aspecto importante do projeto da Baiana de Comunicação: a busca incansável pelo rigor acadêmico-pedagógico como forma de garantir uma formação profissional de alto nível para os(as) seus(suas) egressos(as). “Para o resgate da qualidade educacional na área de Comunicação não se pode abrir mão desse rigor”, acrescenta.


Nota-se no discurso da sua direção, que a Escola Baiana de Comunicação assumiu para si a responsabilidade de iniciar uma revolução na educação privada voltada para a área de Comunicação na Bahia, na medida que propõe experiências de um processo de ensino-aprendizagem de vanguarda tanto nos conteúdos quanto nas práticas comunicacionais.


Para o professor Marcos da Cruz, “a Escola Baiana de Comunicação era o que faltava para atender as demandas de mercado no que diz respeito a formação de profissionais de comunicação”. Ele observa que a Escola oferece não só cursos com cargas horárias extensas, como as graduações de três a quatro anos, mas também cursos de média e curta duração, para aqueles estudantes que precisam de uma qualificação específica em comunicação em curto prazo.


O projeto pedagógico inovador da Escola Baiana de Comunicação foi pensado e estruturado de acordo com o que há de mais atual no ensino da Comunicação em todo o mundo, contempla um amplo espaço para o desenvolvimento de pesquisas, através de três grupos de pesquisa instituídos, coordenados pelos professores doutores Marcello Chamusca, Márcia Carvalhal e Velda Torres. Há também grande valoriza das atividades de extensão comunitária, que se dardo através do seu Núcleo de Extensão, capitaneado pelo professor Alfons Altmicks, que também é responsável pelo Centro de Práticas Integradas em Comunicação, que agrega quatro agências experimentais integradas: 1) Agência Baiana de Comunicação Integrada; 2) Baiana Produtora Cultural; 3) Observatório da Opinião Pública Cândido Teobaldo de Souza Andrade; 4) Agência Baiana de Notícias.


O grupo de “sonhadores” (é assim que a própria direção da Escola se identifica) que dirige a instituição diz que o objetivo é , acima de tudo, formar egressos(as) comprometidos(as) com a ética e a verdade, preparados para enfrentar de modo competente e inovador os desafios do mercado de trabalho.



Diretores


Dr. Marcello Chamusca (diretor geral) - graduado em Relações Públicas, especialista em Educação Superior e em Gestão Estratégica em Relações Públicas, mestre e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social, com dissertação e tese sobre Comunicação e Mídias Pós-massivas no contexto das cidades contemporâneas.


Dra. Márcia Carvalhal (diretora acadêmica) - graduada em Relações Públicas, especialista em Educação Superior e em Gestão Estratégica em Relações Públicas, mestre e doutora em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social, com dissertação e tese sobre Ciberdemocracia e Novos Movimentos Sociais.


Dra. Velda Torres (Diretora de Pesquisa e Pós-graduação) - graduada em Publicidade e Propaganda, especialista em Gestão da Comunicação e em Marketing Estratégica, mestre e doutora em Cultura e Sociedade.


Msc. Alfons Altmicks (Diretor de Ensino e Extensão) - graduado em Publicidade e Propaganda e em Pedagogia, possui oito especializações: 1) Metodologia e Didátca do Ensino Superior; 2) Novas Tecnologias na Educação; 3) Ludopedagogia; 4) Educação Especial e Neuropsicopedagogia Institucional e Clínica; 5) Educação em Direitos Humanos; 6) Tecnologias e Educação Aberta e Digital; 7) Educação indígena; e 8) Etnologia Indígena. Além disso, possui dois mestrados: em Ciências da Educação e em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social.


Esp. Marcos da Cruz (diretor de marketing e vendas) - graduado em Relações Públicas, especialista em Gestão Estratégica em Relações Públicas e MBA Gestão Estratégica em Mídias Sociais e Comunicação Digital.



Corpo docente


A Baiana de Comunicação tem 80% do seu corpo docente formado por doutores e mestres, alguns com destaque nacional e internacional. Também valoriza profissionais com experiência de mercado, como é o caso do professor Américo Neto, sócio de uma das maiores e mais importantes agências de propaganda do Norte e Nordeste, a Via Mídia. Para Américo, a Baiana de Comunicação vem preencher uma lacuna importante na nossa área. “A gente precisa de escola de excelência para formar nossos profissionais e aperfeiçoá-los para os novos tempos. Isso faz um grande diferença para mim como professor e como empregador, uma vez que eu tenho uma agência de propaganda e é importante para a gente ter profissionais bem preparados e a Baiana de Comunicação, com a sua seleção de professores, com grandes mestres que certamente atenderá muito bem a essas necessidades”.



Parcerias


Antes de ser lançada, a Escola Baiana de Comunicação montou uma rede de parceiros que contribui, direta ou indiretamente, cada um ao seu modo, para a consolidação do projeto. A direção entendeu que essa rede seria necessária por se tratar de uma instituição de ensino que se propõe a ser única, diferenciada, 100% voltada para a área de Comunicação e atuar em todos os níveis educacionais.

  • Faculdade Lusófona - A Escola Baiana de Comunicação firmou, no último dia 9 de setembro de 2022, parceria com a Faculdade Lusófona da Bahia, instituição que faz parte do Grupo Lusófona, maior grupo de ensino dos países de língua portuguesa. O convênio acadêmico envolve cooperação técnico-científica em projetos de ensino, pesquisa e extensão, em que de um lado estão os professores altamente experientes da Baiana de Comunicação e do outro o maior grupo educacional lusófono, que vai ofertar estrutura de alto nível para os projetos da Baiana de Comunicação acontecerem. “Esse é para nós, um momento histórico, um daqueles momentos que contaremos para os nossos amigos, professores e alunos, daqui há 20, 30 anos”, observa o Prof. Marcello Chamusca, diretor geral da Baiana de Comunicação. O convênio em questão permitirá o lançamento de 26 cursos 100% presenciais, em Salvador, sendo 4 (quatro) de pós-graduação, 10 (dez) profissionalizantes e 12 (doze) de curta duração, todos na área de Comunicação e campos afins. Os cursos de pós-graduação serão ofertados pela Faculdade Lusófona e os de curta duração e profissionalizantes, pela Baiana de Comunicação. O diretor de Ensino e Extensão, Prof. Alfons Altmicks, também presente nesse momento histórico, chamou atenção de que parcerias como essas fazem a Baiana de Comunicação nascer grande. “Temos certeza de que a nossa Escola veio para ficar e se tornar a maior referência da área na Bahia e no Brasil”, acrescenta. A Profa. Márcia Carvalhal, diretora acadêmica da Escola, diz estar muito feliz em compartilhar esse momento tão importante e decisivo para o lançamento da Escola. “Uma grande honra para nós da Escola Baiana de Comunicação firmar esse convênio com a Lusófona, que faz parte do maior grupo educacional dos países de língua portuguesa. Agora estamos prontos para dar os próximos passos”, afirma Márcia. A Profa. Ana Angélica, diretora acadêmica da Faculdade Lusófona da Bahia, que assinou o termo de cooperação como representante da Instituição, se mostrou muito impressionada com o grupo de professores que está à frente da Baiana de Comunicação e muito feliz pelo convênio assinado. “Tenho certeza de que a Baiana de Comunicação será um grande sucesso e para nós da Lusófona é uma enorme honra fazer parte dessa história de sucesso”, completou o elogio.

  • Entidades de classe - O capítulo brasileiro da Associação Latino-Americana de Relações Públicas (ALARP Brasil) chancela alguns cursos da Escola e eleva a certificação desses cursos ao nível internacional. Além da parceria internacional com a ALARP, há diversas parcerias com entidades de classe locais, como é o caso da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP Bahia), Associação Brasileira de Agências de Propaganda (ABAP Bahia) e do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), todas parceiras que agregam credibilidade à nova instituição de ensino e em contrapartida prevêem benefícios para os associados e sindicalizados das entidades. Fernanda Gama, que faz parte da diretoria do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), aponta para uma carência de cursos na área de Comunicação na Bahia. “Acredito que a chegada da Escola Baiana de Comunicação venha suprir essa falta e ocupar um espaço tão importante para capacitação dos nossos colegas, que muitas vezes precisam procurar em outros estados por especializações”, conclui.

  • Instituições da sociedade civil - A Baiana de Comunicação também firmou parceria com instituições da sociedade civil. Um exemplo é o convênio de cooperação técnica com a Agência de Notícias das Favelas (ANF), que faz um trabalho reconhecido em nível nacional.

  • Veículos de mídia - A PQN Notícias é uma parceira da Escola Baiana de Comunicação, tanto na área editorial quanto em intercâmbio de informações. Também fechou parceria com o coletivo MIDICOM de Comunicação Comunitária.


O desafio


O grupo de sonhadores que deu materialidade ao que chama de “escola dos sonhos”, agora tem um grande desafio pela frente: transformar em realidade a visão de ser a principal referência em escola específica de Comunicação do país. Se depender do entusiasmo e da coragem desse grupo será só uma questão de tempo. Quem viver, verá.


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